Contagem regressiva! Pelo compromisso de mudar o Brasil.

17:57


Quase na metade do ano de 2014, foram divulgados quais seriam os reais candidatos à Presidência da República. Até o momento, a disputa eleitoral se dividia majoritariamente entre a atual presidente Dilma Rousseff (PT) e o tucano Aécio Neves. Todavia, o cenário político ficou marcado por tragédias e reviravoltas a partir do dia 13 de agosto com a morte do candidato Eduardo Campos (PSB) em um acidente aéreo.
Após o falecimento de Campos, o Partido Socialista Brasileiro dispunha de exatos 10 dias para escolher um substituto à altura do pernambucano a fim de continuar na disputa. Como já era esperado, sua vice, Marina Silva, foi encarregada de prosseguir com a campanha, gerando uma mudança brusca na conjuntura eleitoral. Nas últimas pesquisas, Dilma Rousseff continua na frente, porém, alguns dados divulgados pelo Datafolha afirmam que Aécio apresenta maiores chances de ir para o segundo turno com a petista do que antes previsto. A pesquisa divulgada na última segunda-feira mostra que o tucano tem poucos pontos de diferença das intenções de voto em relação à Marina. Portanto, é necessário que o eleitor mantenha em consciência que o futuro presidente há de ser escolhido minuciosamente. Afinal, é o futuro do país que está em jogo.
A capa da edição de 24 de setembro da revista VEJA nos faz uma indagação. Quem é mais forte: a racionalidade, a emoção ou o poder? Decerto, a emoção é uma forma de angariar votos em todas as regiões do país, principalmente nas mais pobres. Marina Silva usou essa estratégia em um comício, reafirmando a miséria vivida pela família durante sua infância. Essa tática já havia sido eficaz antes, quando usada por Lula no ano de sua primeira vitória em 2002. Entretanto, suas propostas apresentadas até o momento são fracas e vazias, além de que a presidenciável tem mostrado pouca personalidade ao mudar de posicionamento quando está sujeita à pressão de diversos setores da sociedade.
Já a candidata à reeleição, Dilma Rousseff, deixa claro que sua meta é apenas continuar os programas de seu governo. Por conseguinte, como reflexo das manifestações de junho de 2013, os eleitores demonstram certa aversão à figura de Dilma, em parte por ter feito uma gestão pífia, comprometendo seriamente a continuidade do progresso da nação, e em parte porque o Partido dos Trabalhadores teve sua imagem desgastada devido aos escândalos de corrupção que não condizem com o seu viés ideológico. O fato é que o PT se tornou exatamente aquilo que antes criticava.
O atual cenário político brasileiro nos mostra baixíssimos índices de desenvolvimento: na educação, economia, saúde, transporte, segurança. É absolutamente inacreditável que, restando apenas alguns dias para as eleições, Dilma esteja à frente nas pesquisas. Como mudar o governo de um país sem que se mude o governante? Rousseff tem se mostrado alheia à realidade ao afirmar categoricamente absurdos como "a inflação está em 0%" e "o papel da imprensa não é investigar". O PT, em uma tentativa desesperada de se manter no poder, tenta constantemente desmerecer os demais candidatos espalhando mentiras e os difamando nas mídias sociais.
Do outro lado, o candidato tucano Aécio Neves é eloquente em seus discursos e apresenta soluções concretas para os problemas do país. Por exemplo, o programa Nordeste Forte é a aposta do peessedebista para combater as dificuldades vividas pelos nordestinos, por meio de investimentos em infraestrutura, educação, segurança pública e na qualidade de vida. Durante seus dois mandatos em Minas Gerais, Aécio realizou inúmeras mudanças no estado: o Ensino Fundamental é o segundo melhor do Brasil, ultrapassando até mesmo São Paulo, além de ter criado programas como Farmácia de Minas e Projeto Jaíba, que é destinado aos agricultores da região. Sobre algumas de suas propostas de governo, temos: na segurança, a redução da maioridade penal para 16 anos em caso de reincidência e crimes hediondos; na educação, a criação do programa Poupança Jovem, para estimular a conclusão do Ensino Médio. Aécio apresenta também propostas para a cidadania, saúde, cultura, economia, sustentabilidade e outros. O peessedebista ocupa, indubitavelmente, a melhor posição na questão de qualidade de governo.
Por fim, uma análise minuciosa mostra que o atual contexto político nacional é preocupante. É necessário que haja cobrança dos eleitores para com os presidenciáveis, a fim de que estes possam aperfeiçoar suas ideias e propor melhorias condizentes com a realidade vivida pelos cidadãos. Por isso, eleitor, não vote apenas por um prato de comida, mas sim pelo Brasil!

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